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Barão

03/02/2013

Quer ter um cachorro? Eu nunca quis, até um tempo atrás. Não lembro bem como surgiu a ideia, só me lembro que demorou a amadurecer.

Não são muitas as raças que eu gosto. De pequeno porte então, só duas ou três. E se você pensa em comprar um cachorro, saiba que muitos saem pelo preço de uma viagem em casal à Europa. Será que eu deveria ter ido à Europa? Mas e o Barão?
Barão? Bom vamos voltar um pouco. Decidimos comprar um buldogue francês, mas logo o preço nos demoveu da ideia. Foi aí que lembrei de ligar pra uma amiga, proprietária de canil e também de petshops. Ela não tinha o buldogue no momento, mas insistiu fôssemos conhecer os pugs que ela tinha. Adoro essa raça, é minha preferida, mas não havíamos pensado nela pelo motivo de: a patroa não gostava. Bastou uma visita ao petshop pra ela mudar de ideia. Compramos, assim sem mais nem menos. E chamava Leleco, no auge da famigerada novela global. Logo mudamos o nome para Barão, afinal o dog demonstrava certa classe.

Bastaram poucos dias pra eu entender o que é ter um cachorro. Logo ele passou a alegrar nossos dias, carinhoso como ele é. Demos sorte, ele não é de dar trabalho, vez ou outra só pra não perder o costume. E adora um colo. Trabalho mesmo ele dá quando consegue assaltar o saco de ração. Quando o faz, come tanto que chega a ficar 3 dias sem comer. Imagina só, tudo que entra tem que sair né?! Aí já viu.

Acostumou a acordar às 06:00, devido ao meu horário no emprego antigo, e ainda não percebeu que agora com o novo emprego posso acordar às 08:00 e continua me acordando as 6 da madrugada pra comer. Também não entendeu ainda o que é sábado e domingo (será que um dia aprende?), fácil pra ele que depois dorme o dia inteiro.

Eu não ligo, já acordo me divertindo com o figura, que no meio de tantos brinquedos que demos a ele, se diverte mesmo é com um pregador, roubado da área de serviço.

Fato é que o figura da foto abaixo, já nos conquistou. Esse é o Barão!

Primeiro dia com o Barão!

Primeiro dia com o Barão!

Último dia de viagem – 10/01/13

14/01/2013

Acordamos cedo pra fazer o check out no hotel. Tomamos café e descemos as malas. Como nosso vôo era às 23:00, deixamos as malas guardadas no hotel e fomos pra Palermo. Descemos na Plaza Italia e caminhamos em direção a Plaza Serrano pela Calle Thames. Por ser cedo, muitas lojas ainda fechadas. A primeira parada foi numa loja de vinhos e azeites, a procura do tal Colinas de Garzón, um azeite sensacional servido nos restaurantes de Francis Malman. O azeite é uruguaio e pelo jeito não tem comercialização fora do Uruguai. Acabei comprando um azeite chamado Olio, da bodega Achaval Ferrer, considerado por muitos o melhor azeite argentino.
Tínhamos reserva no La Cabrera às 13:00 e como estava cedo decidimos andar um pouco e fazer uma pausa pra descanso na Plaza Serrano.
De volta ao La Cabrera, nos acomodaram numa ótima mesa e começaram aquele atendimento apressado, ao estilo dos hermanos. Ainda bem que já aprendi a lidar com isso, de primeira eu já deixo claro que sou eu quem digo a hora que pedirei o vinho, a entrada, o principal, a conta, etc!

Pães!

Pães!

Couvert

Couvert

Pedimos o excelente Nicasia Vineyards da Catena Zapata, um corte de 90% Cabernet Franc, 7% Merlot e 3% Petit Verdot. Foi o melhor vinho tomado em restaurante da viagem, gostamos muito.
No La Cabrera, não peça entrada. Os pratos vem com uma porrada de acompanhamentos, além da própria carne já ser enorme.

Acompanhamentos ótimos!

Acompanhamentos ótimos!

Pelo bom preço praticado, era impossível não ir de Kobe Beef. Escolhemos o ojo de bife de kobe, um mega corte de 500 gramas. Estava incrível, muito tenro e saboroso. Destaque também aos acompanhamentos, salada com ovo pochê, alcachofras, purê de abóbora com passas, e mais um monte de coisas como podem ver pelas fotos.

Kobe Beef!

Kobe Beef!

Foodporn!

Foodporn!

Depois caminhamos de volta a Plaza Serrano e decidimos pegar o metrô e dar um pulo no Shopping Abasto. Descendo pela Calle Jorge Luis Borges, me deparei com uma vitrine anunciando o mesmo vinho que tomamos no almoço, e como tínhamos gostado bastante decidi entrar. Ainda bem!

Foi o ponto alto da passagem por Buenos Aires. O local logo me impressionou pois vende vinhos de algumas bodegas boutique, quase impossível achar esses vinhos em Buenos Aires. Trata-se de uma vinoteca, onde tudo é pensado para o bem estar do visitante. Logo fui atendido pelo Gastón, que inicialmente procurou saber nossas preferências e depois foi aos poucos explicando sobre alguns vinhos e indicando outros.

Conhecido o local, ele nos ofereceu uma degustação de 5 vinhos, numa sequência de Torrontés, Malbec, Cabernet Franc e Tannat.

Última degustação!

Última degustação!

O que tem de diferente de todos os outros? Todos provados são argentinos, mas nenhum de Mendoza. São de Salta, uma região mais ao norte, quase na fronteira com o Paraguay e de grande altitude. Gostamos de todos, em especial do Tannat! Depois ainda provamos um vinho doce da Achaval Ferrer, feito com uvas passas, porém diferente dos tais Cosechas Tardias porque é tinto. Excelente, o vinho! A vinoteca se chama Lo de Joaquin Alberdi. Se gosta de vinho e está em Buenos Aires, é parada obrigatória. Às quintas e sextas a noite oferecem aulas e degustações gratuitas.

Fechamos com chave de ouro!

Fechamos com chave de ouro!

De lá ainda passamos no Abasto depois seguimos pro hotel para buscar as malas e pegar um táxi pro aeroporto.
Separamos 65 pesos para o táxi, o que num dia normal dá e sobra, mas pegamos uma mega trânsito e tivemos que descer antes, caso contrário não teríamos dinheiro para pagar o mal humorado taxista.
O vôo de volta foi tranquilo, inclusive até adiantou um pouco e chegamos a Sao Paulo bem antes do esperado.
Nós próximos dias farei aqui um balanço sobre a viagem!

Fim de tarde em Puerto Madero – 09/01/13

14/01/2013

Ontem saímos cedo e caminhamos até o Obelisco. Demos uma passada no Carrefour da Rivadavia e seguimos á Calle Florida. Apesar de famosa, a Florida não é lá muito barata. Fomos lá especialmente pela Falabella, um loja enorme que vende de tudo.
Comprei uma maquina de fazer macarrão, que eu estava perseguindo faz um bom tempo. Paguei 169 pesos, no Brasil custa 150 reais.
De lá subimos a Avenida Córdoba e viramos na Calle Talcahuano para chegar ao El Cuartito, dessa vez aberto e muuuito cheio.

Tradição!

Tradição!

Esse é o local onde os argentinos comem pizzas e empanadas no dia a dia. Fomos lá pelas empanadas, mas não pudemos deixar de pedir a fugazetta, uma pizza de queijo com cebola que é a melhor e mais tradicional encontrada por aqui. Todos só pedem essa pizza e é de fato muito boa. As empanadas eram boas, mas longe de se compararem às de Mendoza. Uma Quilmes acompanhou a boa refeição.

Pizza e empanadas!

Pizza e empanadas!

Caminhamos 16 quadras até nosso hotel e demos uma bela descansada. Às 18:00 descemos a Avenida Independência em direção a Puerto Madero. Fim de tarde maravilhoso por lá, lindo pôr do sol! Muitos dizem que ir ao Porto é caro, programa de turista, roubada, etc. Discordo totalmente. Tem que saber curtir Puerto Madero.

Lindo fim de tarde!

Lindo fim de tarde!

Amor!

Amor!

Claro que comer nos restaurantes com varanda pro porto é caro, eles são feitos pra pegar turista. Ontem queríamos tomar um vinho e curtir o fim de tarde. Atravessamos o canal até a área residencial e escolhemos um Sushi Bar. Pedimos um Santa Júlia Sirah e um combinado de 16 peças de sushi e curtimos o início da noite.

Sushi!

Sushi!

Depois voltamos de táxi ao hotel e capotamos na cama!

“Problema de bolso”

14/01/2013

Aí você dá uma olhada naqueles folhetos que ficam no balcão do hotel e vê um anunciando um transfer ida e volta para os Outlets. Logo pensei: ” legal não precisaremos pegar aquele metro horrível e muito menos caminhar”.
Claro que optamos pelo transfer, os Outlets são longe do centro. Estávamos esperando na recepção quando surgiu uma senhora de uns 60 anos, bem vestida, dizendo que seria ela que nos levaria aos Outlets.

Entramos no carro dela, um civic novinho, juntamente com outro casal de São Paulo. No início ela tentou ser simpática, mas quando a Ci perguntou se poderíamos sacar dinheiro, ela respondeu que não e disse que se estávamos indo as compras já deveríamos ter levado dinheiro!
Quando ela parou o carro e nos encaminhou à primeira loja, já vi o desastre anunciado. A loja ficava num sobrado, que só revelava ser uma loja após tocar a campainha. Dentro, diversas marcas como Dior, Lacoste, Ralph Lauren, etc e artigos em couro a preços estratosféricos. Entramos, olhamos e saímos sem nada. Igualmente se sucederam às próximas visitas. Já havíamos percebido que não se tratava de um tour pelos ótimos outlets da Calle Gurruchaga e sim um tour pega trouxa. Nessas lojas só entram grupos, guiados por um destes “profissionais”.
Decidimos que terminaríamos o tour e iríamos para os verdadeiros outlets por nossa conta. Mas aí é que veio o maior absurdo. Entramos numa loja, idêntica a todas as outras e a Ci decidiu procurar uma bolsa, a menina que nos acompanhava também. Eu e o outro brasileiro decidimos nos sentar e aguardar. Acreditam que a véia nos deu bronca por estarmos sentados, disse que deveríamos comprar e se quiséssemos sentar que ficássemos no hotel? Levantei, respirei fundo e saí da loja.

Chegando no carro expliquei à ela que o tour não era o que estávamos imaginando. Aí ela ficou emputecida, levantou a voz, disse que a Ci só olhava e não comprava nada e que isso era um problema de bolso, já que os turistas brasileiros que ela leva compram muito. Na minha opinião, um bando de trouxas que não sabem de nada.

Pois bem, voltamos ao hotel e fomos de metrô para os verdadeiros outlets. Bons preços e algumas compras.
Voltamos ao hotel e decidimos passear por Puerto Madero, mas a chuva estragou nosso passeio. Compramos uns petiscos no mercadinho do China que fica ao lado do hotel e abriremos nossa garrafa de CarinaE Torrontés trazida de Mendoza.
Amanhã tem mais!

Caminhando por Buenos Aires – 07/01/13

14/01/2013

Ontem andamos muito pela cidade. Saímos do hotel às 11:00 e caminhamos por meia hora até a Calle Sarmiento para trocar um pouco de dinheiro. Depois caminhamos pela Calle Florida, Calle Cordoba e viramos na Talcahuano para comer as empanadas do El Cuartito, tão recomendadas pelo chef doidão Anthony Bordain.

Quando chegamos, avistamos a placa “Lunes cerrado”, hahaha que decepção! Continuamos a caminhada pela Santa Fé e paramos na Libreria El Ateneo, linda livraria instalada num antigo teatro. Parada obrigatória para quem vier à capital porteña.
Acabamos comendo uma pizza na Kentucky, uma grande rede de pizzarias. Pizza boa e preço baixo, ótimo pra quem quer economizar.
Passamos por diversas lojas, mas está difícil comprar por aqui. Apenas uma loja ou outra ainda tem preços baixos ou promoções. Uma grande oportunidade aqui é comprar vinhos. Os preços estão baixos, inclusive em relação à Mendoza. Pesquise bons rótulos que são do seu gosto e os procure por aqui, é certeza de economia.
Voltamos para o hotel, e decidimos não sair.

Jantar Sucre – 06/01/13

14/01/2013

O jantar no Sucre foi muito bom. O restaurante é de fato um dos melhores da cidade, mas ele não chegou a encantar. Ambiente refinado e moderno, coisa rara por aqui. Tem um lindo bar e cozinha aberta, com salão de pé direito bem alto.
O cardápio é enxuto e dá a impressão de faltar um algo a mais. Já a carta de vinhos é focada em vinhos premium, ou seja, caríssima!
Escolhemos um Malbec e pedimos que fosse servido o couvert para depois escolhermos as entradas. Todo restaurante aqui parece te expulsar da mesa, nos restaurantes de Francis Malman te obrigam a pedir o principal ao mesmo tempo da entrada. No Sucre, mesmo com o salão completamente vazio, tentaram fazer isso. Sutilmente, driblamos a tática, pois queríamos curtir o vinho e bater papo.
Pão e azeite aqui não tem erro, incrível como estão excelentes os azeites argentinos. Decidimos pedir uma entrada por casal. Ceviche para o Moisés e a Raquel e pancetta com purê de maçã verde pra mim e pra Ci.
Segundo eles, o ceviche estava ótimo. A pancetta estava boa, mas a cocção podia ter sido melhor. Impossível comer a pele, não estava pururucada e era extremamente dura. Já o purê de maçã estava incrível.
No prato principal, eu e a Raquel escolhemos risotto de açafrão com ossobuco de vitela, o Moisés foi de entraña com tomates e alcaparras e a Ci de ojo de bife com chimichurri e batatas. Eu gostei do meu prato, tinha boa execução. Porém já comi ossobucos melhores por aí, idem para o risotto. Achei o prato da Ci muito bom, o melhor da noite, mesmo não tendo provado a entraña. A carne estava no ponto perfeito, super macia, alta e as batatas eram incríveis, com leve gosto de bacon. Não provei a entraña, um corte parecido com nossa fraldinha, porém mais fino e bem comprido. Acompanhava lindos tomates em rodelas grossas e alcaparras.
De sobremesa, ótimo vinho doce denominado pelas bodegas como Cosecha Tardía e creme brulle para todos. Excelente, o creme brulle!
Ao final, conta salgada para os antigos padrões argentinos, porém de acordo com a nova realidade dos restaurantes porteños.
É amigos, não se come mais bem e barato em Buenos Aires. Você ainda acha boa comida por aqui, mas terá que abrir o bolso.
Vamos economizar com comida até o fim da viagem, acho que o custo beneficio não está valendo. Mas quem sabe não damos uma chance pro La Cabrera na quinta feira, mandando ver num Kobe Beef?
Veremos…

Catena Zapata e Aconcágua – 04/01/13

14/01/2013

Ontem saímos em direção à Bodega Catena Zapata, a mais famosa da Argentina. Não foi fácil encontrá-la, enquanto todas as vinícolas tem placas com indicações pelas ruas e estradas, a Catena fica longe, no meio do nada e não tem nenhuma placa que leve à ela.

Chegamos um pouco atrasados e demoramos a entrar, pois o segurança não achava nossos nomes na lista de reservas. Mesmo assim, ainda esperamos um certo tempo depois que entramos. Haviam 2 grupos que estavam atrasados. Tudo na Catena parece exagerado, desde o formato em pirâmide até o ar de superioridade que eles demonstram.

Pirâmide da Catena Zapata!

Pirâmide da Catena Zapata!

Há vinhos de outras vinícolas com notas pontualmente mais altas nas avaliações de especialistas, porém a Catena possui uma regularidade em prêmios e notas altas que não é visto em nenhuma bodega por aqui. Isso se deve ao domínio das características da região. Explico: Mendoza esta a 940 metros de altitude e a maioria das bodegas plantam suas uvas à essa altura, no máximo um pouco mais alto. Já a Catena dominou os benefícios dos vinhedos de altitude, e tem plantado boa parte de suas uvas nos vinhedos de nome Nicasia (1300 metros) e Adryanna (1500 metros). Quase todos os seus vinhos premiados foram elaborados com uvas destes vinhedos.

Degustamos três rótulos da linha premium deles, a Angelica Zapata. Um Chardonnay, um Cabernet Sauvignon e um Malbec. Nenhum dos três se destacou, o que para nós foi uma decepção. Saímos sem comprar nada, pois eles praticam os mesmos preços das lojas especializadas.

Degustação!

Degustação!

Aconcágua

Saimos da Catena direto ao Aconcágua. Seria uma viagem e tanto e debaixo de um baita calor. A vista é linda desde o início quando passamos pela chamada pré cordilheira. Mesmo saindo de 940 metros de altitude e chegando a 2800, a subida é muito suave.
O primeiro ponto legal da viagem é a Represa de Potrerillos, para onde é levada e armazenada toda água proveniente de chuvas e também do degelo da Cordilheira.

Represa de Potrerillos!

Represa de Potrerillos!

A represa tem uma cor linda, completamente azul, parece até que estamos olhando o mar. Paramos para tirar algumas fotos e seguimos viagem.

Parece mar, mas é uma represa com água de degelo!

Parece mar, mas é uma represa com água de degelo!

Chegamos a Uspalata e paramos para almoçar. Comemos num restaurante de beira de estrada uma das melhores empanadas e a melhor carne da viagem até aqui. Meu bife de chorizo estava sensacional, super macio.

Seguindo viagem passamos por Los Penitentes, uma das maiores estações de ski da Argentina, que obviamente esta desativada por estarmos em pleno verão.

Los Penitentes!

Los Penitentes!

O bacana é que você pode pegar o teleférico deles e subir para tirar fotos. É muito alto e pegamos muito vento, mas valeu a pena pela vista linda que tínhamos lá de cima.

Depois de subir de teleférico...

Depois de subir de teleférico…

Não podia faltar uma foto com o nosso amigo Damián.

Nós e o Damián!

Nós e o Damián!

Inicialmente nossa ponto final seria a Puente del Inca, mas o Damián sugeriu que fôssemos ate a fronteira com o Chile para tirar algumas fotos. Na volta tivemos um probleminha, porque havíamos cruzado a fronteira por alguns metros. Por pouco não tivemos que passar pela Aduana, rs!

Fronteira!

Fronteira!

Tudo resolvido, passamos pela Puente del Inca. Achei o lugar incrível, tiramos algumas fotos, a Cibele comprou uma pulseira na feirinha de artesanato e o Damián nos comprou alfajores de presente.

Puente del Inca!

Puente del Inca!

Por fim passamos pelo Parque Nacional do Aconcágua, subimos ao mirante, tiramos fotos, passamos frio e voltamos.

Aconcágua!

Aconcágua!

Olha lá o Aconcágua...

Olha lá o Aconcágua…

Chegando em Mendoza ainda tivemos pique para uma longa caminhada pela cidade e um excelente jantar em outro restaurante do Francis Malman, o Maria Antonieta. O restaurante tem uma pegada totalmente diferente do 1884, a cozinha é aberta, a equipe toda é jovem e descolada e o ambiente também. E comemos tão bem quanto no 1884, por um preço mais baixo.

Ótima entrada!

Ótima entrada!

Pedi um Maltagliato com centolla (king crab, carangueijo gigante) que estava sensacional além do que vem dentro de uma panela, ou seja, muuuuita comida.

Tagliatelle com centolla!

Tagliatelle com centolla!

A Ci comeu um gnocchi com camarões que também estava incrível. Nunca comi um Gnocchi tão bom, era sedoso e puxado em manteiga aromatizada com ervas. Parecia uma batata Sauté, só que melhor!

Gnocchi com lagostinos!

Gnocchi com lagostinos!

Acompanhamos os pratos com um bom vinho rosé afinal faziam incríveis 30 graus às 22:00.

Tomero Malbec Rosé!

Tomero Malbec Rosé!

Agora estamos a caminho de Buenos Aires…